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04 DEZ 2017
Entrevista - Maria Salomé Rafael: "O acesso ao financiamento bancário é o maior entrave das empresas"
Por Jornal Abarca
Maria Salomé Rafael foi reeleita para mais um mandato como Presidente da NERSANT, que lidera desde 2011. Com mais de duas décadas de vida dedicadas à actividade associativa empresarial, Salomé Rafael faz a radiografia ao sector na região.
 
Foi recentemente reconduzida no cargo de Presidente da NERSANT para o triénio 2017-2019. Quais são os principais objectivos para este mandato?
Pretendemos dar continuidade aos objectivos que definimos no plano estratégico da NERSANT para 2014-2020. A internacionalização e o aumento das exportações das empresas do Ribatejo têm sido algumas das nossas prioridades e vamos dar seguimento a este trabalho. Temos levado a cabo missões empresariais, recepções de delegações estrangeiras, presenças e organização de feiras e mostras internacionais. É necessário preparar as empresas, os seus gestores, os seus recursos para esta mudança. Outro dos projectos que já estamos a implantar e a que queremos dar continuidade, em conjunto com as autarquias, passa por estender a marca Startup Ribatejo a toda a região, através da instalação de uma rede de startups e incubadoras.
 
Tem-se falado muito em empreendedorismo, em novas ideias de negócio associadas às
startups. De que forma a NERSANT tem apoiado esse tipo de investimento?
O apoio ao empreendedorismo, área à qual a NERSANT tem dado bastante atenção, é fundamental para que se renove o tecido empresarial e, sobretudo, para que esta renovação se faça com empresas mais diferenciadas e com empreendedores mais qualificados. A NERSANT tem criado condições e ferramentas para apoiar os empreendedores e que englobam todo o ciclo de criação da empresa, começando na maturação da ideia de negócio, à elaboração do Plano de Negócios, ao estabelecimento de parcerias e networking com mentores empresariais, passado depois para o acesso ao financiamento e ao acompanhamento nos primeiros dois anos de actividade. Dentro desta lógica de funcionamento têm vindo a ser criadas e desenvolvidos diversos mecanismos como os concursos de ideias de negócios temáticos e os programas de aceleração, que visam incentivar o surgimento de ideias de negócio inovadoras e a criação de novas empresas. Nos últimos anos, temos recebido uma média de 500 empreendedores/ideias, a partir das quais têm surgido, em média, 100 novas empresas por ano. Neste momento já iniciámos o 4.º Programa de Aceleração que rapidamente esgotou todas as vagas.
 
Poderá ler a entrevista completa na edição em papel do Jornal Abarca, disponível nos postos de venda habituais.
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