A queda de Nicolás Maduro, raptado pelos Estados Unidos da América a 3 de Janeiro, dividiu a opinião pública: por um lado caiu um ditador que explorava o seu povo; por outro trata-se de uma invasão de um país soberano com consequente exploração dos seus recursos. Em Portugal, a comunidade venezuelana observa os acontecimentos com um misto de sensações.
O fim da tirania... ou uma tirania diferente?
A reacção à queda de Nicolás Maduro é simples: “Para mim foi bom”, diz a mãe; “Para mim também”, acompanha o filho. Para Belkis, trata-se de “um passo positivo”, mas incompleto: “Tiraram o presidente, mas o resto do governo continua lá. Mesmo assim, é um alerta para os que ficam de que não podem continuar a fazer o que faziam”, afirma. Belkis resume o momento como uma libertação simbólica: “Era preciso respirar, já não estávamos a respirar!”.
Para ler na edição de Fevereiro do Jornal Abarca.