Beatriz Morgado, 14 anos, sofre de escoliose grave, é totalmente dependente de terceiros e precisa de tratamentos intensivos de fisioterapia, com um custo de 5.908 euros por sessão de tratamento, três vezes por ano. A família procura apoio para conseguir suportar os encargos e pondera a realização de um evento solidário.
Nuno e Zélia, residentes em Vila Nova da Barquinha e pais de Beatriz, carinhosamente conhecida como “Pipoca” estão a apelar à solidariedade da comunidade para garantir que a filha, Beatriz Morgado, possa ter acesso aos tratamentos de que necessita. A jovem enfrenta uma escoliose grave que condiciona profundamente o seu dia a dia, sendo totalmente dependente de terceiros para as tarefas mais básicas, incluindo a alimentação e a mobilidade.
A situação obriga a família a enfrentar dificuldades acrescidas. Para assegurar os cuidados permanentes de que a filha necessita, a mãe deixou de trabalhar, ficando Nuno Morgado como único sustento do agregado familiar.
O pai explica que a família atravessa também outros constrangimentos que têm dificultado a resposta às necessidades de Beatriz. Uma intervenção inicialmente prevista para outubro teve de ser adiada para dezembro, devido à falta de recursos financeiros, à necessidade de a mãe ser submetida a uma cirurgia e aos danos provocados por um ato de vandalismo na cadeira elevatória utilizada para transportar Beatriz para o exterior da habitação. A família reside num segundo andar sem elevador, pelo que este equipamento é fundamental para permitir as deslocações da jovem.
Neste momento, uma das principais preocupações prende-se com a necessidade urgente de iniciar um programa intensivo de fisioterapia. Segundo Nuno Morgado, o tratamento tem um custo de 5.908 euros por cada ciclo, sendo necessário realizá-lo três vezes por ano.
O acompanhamento especializado é considerado essencial para ajudar a controlar as dores e prevenir o agravamento dos problemas de saúde associados à escoliose, nomeadamente possíveis complicações ao nível da coluna vertebral e dos órgãos internos.
Com apenas um rendimento mensal e os encargos permanentes relacionados com os cuidados de Beatriz, a família reconhece não ter capacidade financeira para suportar, sozinha, os custos do tratamento.
É neste contexto que Nuno Morgado apela à solidariedade da comunidade e à colaboração de entidades que possam ajudar a divulgar a situação. Entre as possibilidades está a organização de um evento solidário que permita dar visibilidade à realidade da jovem e contribuir para a angariação de fundos.
«A luta da Beatriz é diária», sublinha o pai, que acredita que a mobilização da comunidade poderá fazer a diferença na qualidade de vida da filha e no acesso aos cuidados de que necessita.
𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗔𝗝𝗨𝗗𝗔𝗥
Assim, quem quiser ajudar a Beatriz nesta nova fase de luta pode fazê-lo por transferência bancária ou MB Way:
𝗜𝗕𝗔𝗡: 0035.0876.00013521700.90
𝗠𝗕𝗪𝗔𝗬 𝗠𝗔̃𝗘: 918351188
𝗠𝗕𝗪𝗔𝗬 𝗣𝗔𝗜: 917149019
Quem quiser acompanhar o caso pode fazê-lo através da página de Facebook “Todos Juntos pela Pipoca – Beatriz Morgado”.