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01 JUL 2019
Vasco Estrela: "Resolver a questão dos incêndios é ponto de honra para mim"
Por Jornal Abarca
Nasceu em Mação a 6 de Julho de 1971, fez-se advogado em Lisboa, mas voltou à terra-natal para assumir lugar de destaque na vida política maçaense. Em vésperas de mais uma Feira Mostra, Vasco Estrela aborda as questões mais importantes do concelho e da região.
 
Mação é um concelho do interior que conseguiu criar uma imagem de marca (presunto, mel, azeite), das praias fluviais, ou do Museu de Arte Pré-Histórica. Tem-se conseguidocombater essa interioridade?
Não há nenhuma fórmula mágica para combater e ultrapassar as lacunas da interioridade, se existisse já alguém a tinha posto em prática e mostrado que as coisas resultariam. O que tentamos fazer são pequenos contributos, pequenas iniciativas, pequenas demonstrações do nosso potencial no sentido de criar uma coisa maior. Tentamos contrariar e mitigar os problemas da interioridade e do despovoamento do território com essas iniciativas. O que se tentou fazer com a Marca Mação foi puxar pelo que temos de melhor para criar valor e que isso se traduza em fixação de pessoas, criação de mais-valia, mais economia e, portanto, mais desenvolvimento. O mesmo se passa com o museu, pensou-se que podia haver ali um nicho importante para aproveitar, a arqueologia, e neste momento além do museu propriamente dito temos um projecto de educação que permite que Mação tenha mestrado e doutoramento em arte préhistórica em colaboração com universidades de renome mundial. Tentamos contrariar o definhar do interior criando estas iniciativas. (...)
 
A Feira Mostra é o melhor cartão de visita do que é Mação?
Sim. Tentamos que envolva toda a comunidade maçaense para que não seja a feira da Câmara, mas sim do concelho, em que todos se sintam representados. É um ponto de encontros e reencontros da população e claramente o maior evento que realizamos e onde investimos mais. (...)
 
Estando a meio do segundo mandato e podendo exercer um terceiro, o que gostaria ainda de concretizar para o município?
Há um conjunto de projectos que estão a ser desenvolvidos que têm que ver com a regeneração urbana da vila de Mação, a concretização do projecto do rio Tejo, a valorização do território e dos nossos produtos, há alguns projectos que faltam concluir. Resolver a questão dos incêndios é um ponto de honra para mim, pelo menos ficar com a consciência de que tudo fiz. Vamos ver em que medida isso será possível, há situações que não dependem de mim, mas darei o meu melhor. 
 
Poderá ler o resto da entrevista na edição em papel do Jornal Abarca, disponível nos postos de venda habituais.
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