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09 JUL 2019
Constância - Secretária de Estado visita hoje a Casa-Memória de Camões
Por Jornal Abarca

A Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, visita hoje, dia 9 de julho, às 11h00, a Casa-Memória de Camões em Constância, em resultado do reconhecimento por parte da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo para a importância e necessidade da abertura do espaço.

Recorde-se que a Casa-Memória de Camões foi erguida com obras iniciadas em 1991, que se arrastaram por vários anos, devido a dificuldades sentidas para reunir os financiamentos necessários a tudo o que envolve um projecto desta envergadura.

A Casa-Memória nunca chegou a abrir ao público por não dispor de conteúdos adequados para cumprir, com a dignidade que se impõe, o seu papel que para além de preservar, valorizar e divulgar a relação de Camões com Constância, se traduz, não só num pólo de cultura, como também, num pólo de atractividade turística da nossa região.

A actual direção da Casa-Memória de Camões, presidida por António Matias Coelho, reitera que “tem envidado todos os esforços no sentido de sensibilizar o Governo Português quer junto da Presidência da República, quer junto dos nossos deputados, e até mesmo junto do Ministério da Cultura, para que possam ser reunidas as condições necessárias no sentido de dotar Constância e o País com uma Casa-Memória de Camões aberta ao público e em pleno funcionamento, digna do nosso maior poeta Português”.

A 28 de fevereiro os autarcas do Médio Tejo associaram-se a Constância deliberando por unanimidade o reconhecimento e a premente necessidade da abertura desta Casa, realçando todas as potencialidades que a abertura da Casa-Memória poderá trazer para a região.

António Matias Coelho, em entrevista na edição de Fevereiro do abarca, sublinhava que esta “é uma casa de grande importância para o país” porque “Portugal não ter uma casa de Camões, é quase um sacrilégio”. Concluiu que “se o Estado Português quiser ter uma casa de Camões digna do poeta e de Portugal, então que aproveite” lamentando que “se esta casa estivesse em Lisboa ou no Porto já estaria aberta”, assumindo que “isto dói”. Para o historiador o essencial não é o apoio financeiro mas a emissão de um documento do Ministério da Cultura “em que se reconhece o interesse cultural deste projecto para o país”, algo que poderá ver a luz do dia com a visita da Secretária de Estado hoje a Constância.

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