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04 FEV 2020
A Saga Industrial da SIC da Azinhaga
Por Jornal Abarca
Há três décadas era reconhecida como a maior fábrica de concentrados de tomate do país. Na época das campanhas, entre julho e outubro, empregava 300 pessoas na unidade fabril e mais uma centena no campo, na apanha de tomate ao longo da lezíria do Tejo.
 
Era a luz de um império que coloria de pintas vermelhas muitas dezenas de hectares dos campos da Azinhaga, da Golegã e de Benfica do Ribatejo (Almeirim) e criava muita riqueza com os seus concentrados (produto que poderia ser utilizado como matéria-prima na produção de ketchup) e outros produtos de conserva de tomate que exportava com prosperidade sobretudo para a Rússia e o Canadá, mas também para alguns países da então Comunidade Económica Europeia. (...)
 
Hoje, a SIC é, no miolo urbano, um coração que já não bate mais. É um local fantasma guardado por cães, pouco mais que alguns hectares vazios e onde pastoreiam meia dúzia de ovelhas em pleno centro da aldeia que viu um dia nascer José Saramago. E no seu interior é ainda maior a desolação. Nem cravadeiras, nem caldeiras, nem sequer os gigantescos “titanos”, que foi o primeiro equipamento do género a funcionar na Europa, e que parecia dali inamovível. (...)
 
Poderá ler o resto da reportagem na edição em papel do Jornal Abarca, disponível nos postos de venda habituais.
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