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03 FEV 2022
REPORTAGEM | "Da paleontologia ao surf"
Por Jornal Abarca

Neste geossítio, na Figueira da Foz, criou-se uma enorme tensão entre o mar, a geologia e todo o património natural classificado, por um lado, e a era industrial, com a sinistra paisagem que deixou o seu abandono, por outro. Uma pegada ecológica humana bem maior que a dos dinossauros terópodes que também por ali passearam...

É um lugar enigmático e sobranceiro ao mar esta ponta ocidental da Serra da Boa Viagem, que se estende pela Mata Nacional do Prazo de Santa Marinha até ao Farol do Cabo Mondego, à Pedra da Nau e ao deslumbrante Miradouro da Serra da Boa Viagem. É o Cabo Mondego, um Monumento Natural reconhecido desde 2007 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), uma finisterra em plenitude, com tudo o que estes locais têm de mágico e mais o que este local, em particular, quis acrescentar (...)

Por Buarcos e pela Figueira da Foz corre a maior onda direita de todo o continente europeu que, com a sua milha de extensão e por direito próprio, é património líquido do município figueirense e que está muito longe de ser um seu apanágio platónico, pois pertence ao Plano Estratégico Nacional de Turismo (PENT), e abre também as portas à afirmação da Figueira no aproveitamento turístico das suas ondas e das condições invulgares do seu litoral para a prática do surf e de outros desportos de deslize sobre a água e sem multidões. (...)

Poderá ler a reportagem completa na edição em papel do Jornal Abarca, disponível nos postos de venda habituais.

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