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01 FEV 2018
Antero Guerra Inácio: "Pintar tem de ser um prazer"
Por Jornal Abarca
Antero Guerra Inácio é um homem das sete artes, mas a pintura é a sua paixão. Tem uma experiência de vida imensa e fascinante. Considera que os artistas são uma classe abandonada e actualmente prepara uma exposição com os retratos que já desenhou.
 
Quando é que sentiu que pintar e desenhar eram um prazer nato?
Foi logo na escola primária, por volta dos seis ou sete anos.
 
Esteve quase 30 anos sem pintar e nesse entretanto surgiram os computadores. O processo criativo alterou-se de alguma forma?
Conheço desde sempre este processo. Eu trabalhava em artes gráficas, fui dos primeiros a perceber a importância do computador. As tecnologias são uma grande ajuda e é errado pensar-se o contrário. É de um rigor incrível, o trabalho sai limpo, não há nada melhor do que aquilo.
 
Tem que se estudar muito para ser um bom pintor ou nasce do talento inato?
Tem que se estudar para qualquer actividade. Existe trabalho por trás, mas tem que ser inato. Posso ter um indivíduo a trabalhar comigo a aprender e não acontecer nada, porque tem que se sentir alguma coisa. Tem que ser um prazer, não pode ser uma obrigação.
 
Poderá ler o resto da entrevista na edição em papel do Jornal Abarca, disponível nos postos de venda habituais.
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