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23.janeiro.2012 |

Abrantes: Fornecimento de refeições sociais

 

A Câmara de Abrantes e quinze Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho vão estabelecer protocolos para fornecimento de refeições a pessoas em situação de carência alimentar grave e urgente. As pessoas necessitadas serão sinalizadas pelos parceiros da Rede Social concelhia, utilizando os recursos das instituições, nomeadamente os refeitórios e cozinhas.
A Câmara municipal assegurará junto das instituições o pagamento das refeições, no valor de 4,27 euros. Vai caber-lhe ainda encaminhar as pessoas que venham a beneficiar deste apoio, após análise da situação identificada pelos parceiros da Rede Social. As instituições aderentes fornecerão as refeições às pessoas indicadas pelo serviço municipal de acção social. No entanto, poderão fornecer as refeições noutras modalidades, tendo em conta as especificidades.
Este apoio alimentar será assegurado até que os beneficiários sejam integrados noutros programas de apoio ou quando a situação de emergência já não se justifique e terão acompanhamento social em articulação com as instituições da Rede Social.
As IPSS intervenientes são o Centro Social do Pego, o Centro Social do Município de Abrantes, o CRIA – Centro de Recuperação e Integração de Abrantes, a ACATIM – Associação Comunitária de Apoio à Terceira Idade de Mouriscas, o Centro Social Paroquial de Rossio ao Sul do Tejo, a Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, o Centro de Solidariedade Social da Freguesia do Souto, o Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Oliveira em Tramagal, a Associação Solidariedade Social Pró-Cultural Prof. Silva Leitão em Bemposta, o Centro de Assistência Paroquial São Pedro de Alvega, o Centro Social de Alferrarede, o Centro Social Paroquial de S. Miguel do Rio Torto, o Centro Social Paroquial de S. Facundo, o Centro Social Paroquial de Vale das Mós e a Associação de Apoio a Idosos da Freguesia de Rio de Moinhos.

PSD reclama autoria da medida social

Os vereadores social-democratas afirmam que a proposta, aprovada por unanimidade a 9 de Janeiro de 2012, "reproduz textualmente a proposta que os vereadores eleitos pelo PSD apresentaram na reunião da câmara de 18 de Abril de e que foi rejeitada, na reunião de 2 de Maio de 2011, pela maioria (PS e ICA)". O PSD declara que esta situação "já sucedeu inúmeras vezes" e defende ainda a avaliação das propostas "tendo apenas em conta o seu mérito, independentemente de quem as apresenta".