Tem 500 anos, cerca de 15 metros de altura e constitui um marco na paisagem e na memória do local. Trata-se de um Quercus suber L., vulgarmente designado de sobreiro, e situa-se na Herdade de Montalvo, em Montargil, concelho de Ponte de Sor. No mesmo local, destaca-se ainda uma azinheira (Quercus ilex ssp. Rotundifolia) com 10 metros de altura e 300 anos de idade. São apenas duas das várias árvores que pelo seu porte, desenho, idade ou raridade se distinguem dos outros exemplares.
A área de influência do jornal Abarca conta com dez exemplares que mereceram a classificação de interesse público, um estatuto similar ao do património construído classificado. São três sobreiros, dois eucapliptos, dois freixos, um freixo-europeu, uma oliveira e uma azinheira com idades entre os 100 e os 500 anos. Os dados são da Autoridade Nacional Florestal.
Em Sardoal
registam-se três. Dois sobreiros com 200 anos podem ser encontrados na Quinta do Coro e na Tapada da Fonte Velha. O primeiro tem 20 metros de altura, o segundo 24 metros. Existe ainda um eucalipto (Eucalyptus globulus Labillardière) com 130 anos na Estrada Municipal 532.
No concelho de Abrantes, Tramagal exibe um freixo-europeu (Fraxinus excelsior L) com 13,50 metros e 100 anos de idade. Em Cascalhos, Mouriscas, regista-se uma oliveira (Olea europaea L. var. europaea) com cerca de oito metros e 300 anos de idade.
Também com 300 anos, mas com 11,20 metros, encontra-se no concelho da Chamusca, em Vale da Vinha, Pinheiro Grande, um freixo (Fraxinus angustifolia Vahl). No mesmo concelho, existe ainda um eucalipto com 36 metros, situa-se na EN 118, em Brejo de Baixo, e supõe-se ser do século XIX.
Em Vila de Rei
destaca-se um freixo com 16 metros de altura e 150 anos de idade.