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15.março.2011 |
Chamusca: Autarquias exigem soluções relativamente à saúde
 

As Autarquias no Concelho da Chamusca exigem a resolução das seguintes medidas:

1. Rápida contratação ou outro qualquer procedimento urgente para disponibilizar 20 horas de médico para suprir a grave situação, numa fase de transição, vivida nas Freguesias do Chouto e Parreira.

2. Manter as horas de médico, nesta fase de transição, na Vila de Ulme e Vale de Cavalos.

3. Manter o atendimento complementar no Centro de Saúde da Chamusca aos Sábados, Domingos e Feriados.

4. Dotar a USF da Chamusca dos dois médicos em falta.

5. Tendo em conta a realidade do território do concelho da Chamusca dotar com urgência a USF e a UCC com as viaturas aprovadas e no caso da UCC com as horas de técnicos aprovadas no projecto da ECCI.

6. Tendo em conta os actuais e futuros constrangimentos do edifício do actual Centro de Saúde, diligenciar para que os Ministérios da Saúde e da Agricultura se entendam definitivamente sobre o edifício novo e devoluto da antiga Zona Agrária da Chamusca

6.1. Carece de haver entendimento urgente entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Agricultura para que as instalações da antiga Zona Agrária da Chamusca possa servir para instalar os diversos serviços de saúde em boas condições clínicas e de atendimento.

As autarquias da Chamusca mantêm ainda:

1. O principio do não encerramento de qualquer extensão do Serviço Nacional de Saúde, sem que haja alternativas a considerar válidas para as já encerradas (Arripiado, Semideiro, Chouto e Parreira) e as que estão em risco (Pinheiro Grande, Ulme e Vale de Cavalos).

2. Chamar a atenção para o esforço do Município na resolução de problemas nacionais até agora sem a concretização dos investimentos necessários, através do próprio Estado, nomeadamente pela:
2.1. Passagem do gasoduto que abastece o país a partir do Norte de África;

2.2. Instalação de dois CIRVER no Eco-Parque do Relvão (instalado só com o cumprimento de contrapartidas por parte das empresas instaladas com a criação de postos de trabalho e atribuição de parte da facturação em 2,5% para investimentos do Município);

2.3. Concordância na instalação do Centro Integrado de Valorização e Tratamento de Resíduos Hospitalares (negociações das contrapartidas com a empresa em curso).

3. Chamar a atenção para a falta de investimentos nacionais do Estado que ainda não foram concretizados, nomeadamente:
3.1. Criação de melhores condições de acesso à saúde por parte de uma população idosa, de fracos recursos financeiros e dispersa por um imenso território de 760 Km2 .

3.2. Apoio à construção de um lar na Carregueira (actualmente em construção apenas com verbas do Município através das contrapartidas das empresas instaladas);

3.3. IC3 ou variantes da EN 118 às localidades incluindo nova ponte sobre o rio Tejo e apoio à variante municipal para o Eco-Parque do Relvão.